Terceira Fase — Combates! — Harvey [D12] vs. Elleanorah [D2] — PVP

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Terceira Fase — Combates! — Harvey [D12] vs. Elleanorah [D2] — PVP

Mensagem por Charlotte M. C. Reinhardt em Dom Dez 27, 2015 9:50 pm

Harvey vs. Elleanorah
Três tiros de canhão ressoavam pela a Arena.  Mais uma morte. Os tributos encararam a tela que aparecia. O hino de Panem começara a tocar, então exibiam as fotos dos tributos mortos: Do distrito 6, do distrito 8, e do distrito 12. Alguns tributos até poderiam ficar feliz, outros nem tanto, mas assim era a Arena. Morte os cercariam e apenas um sairia vitorioso. Aqueles tributos não tinham a dimensão total do tamanho do Caos que aquela Arena, que aqueles jogos seriam. Aquilo, tinha apenas começado e se fossem espertos, sobreviveriam. Como? Era a última coisa que precisavam pensar o que era preciso, era saber quem e como matar.  Os tributos agora iriam enfrentar muito mais que a fome, o frio, a sede, iriam conhecer a morte. Em áreas diferentes, 5 pares de tributos iriam se encontrar, lá, lutariam até a morte, onde alguém morreria, ou sairia ferido e seria deixado para morrer. Agora, eram os combates.  Logo, seriam forçados a matar, pois aquilo era vida ou morte. Correr ou morrer.

Depois do dia cansativo que tiveram, andando pelos locais, os tributos podiam fazer o que quisessem. Comer, beber, conversar, afiar armas, e assim seguiria o dia.  Numa área mais reservada da floresta, depois de acordarem surpresos, Gwen e Dimka exploraram o local, mas não acharam nada, e por fim, decidiram se separar.  Porém em outra área da floresta, o tributo do distrito doze andava com seu arco e flechas em mãos, sempre pronto para atacar. O tributo andou até certo ponto da floresta, onde viu uma figura feminina de cabelos negros. Era Elleanorah, a tributo do distrito 2. Quando a tributo se virou, estava pronta para agir, e uma voz robótica, que era pertencente a Charlotte, disse apenas. — Lutem ou fujam, mas se fugirem será pior! — A voz sumiu, e assim, os tributos se preparavam para lutar.

Instruções:
Os posts funcionarão na seguinte ordem: Ataque - Defesa e contra ataque - Defesa - Narrador. Leiam o Sistema de Lutas aqui para evitarem erros.

Narre como foi seu dia, as lutas ocorrem à noite. Podem rolar um dado para procurar comida/água, é opcional. Também podem pedir algum item de patrocínio.

NÃO narrem que suas ações foram perfeitas ou ação do seu oponente, caso contrário a ação será desconsiderada e o responsável sofrerá algum tipo de dano externo. Qualquer tentativa de trapaça será desconsiderada e o jogador sofrerá danos externos. Interferências também serão ignoradas.
Os Tributos devem rolar três dados, um de ataque, um de defesa, e um de ações especiais, como tentativas de fuga. Como são apenas três que morrem, vai morrer quem tomar mais dano, ou se chegar no zero (HP). Os dois começam com 100 de HP.

A ordem de postagem é Harvey - Elleanorah - Harvey.
Tributos:
Distrito 2:
Nome: Elleanorah L. Campbell;
Pontos de Combate: 19,75;
Situação: Frio intenso.
Itens: Machado e cantil cheio (8 goles).
Pontos de patrocínio: 5 pontos.
Fome: 25%
Sede: 35%
Frio: 65%
Distrito 12:
Nome: Harvey S. Macht.
Pontos de combate: 18,375;
Pontos de Patrocínio: 15 pontos.
Situação: Intacto.
Itens: Arco e aljava com 8 flechas, cantil cheio (7 goles), caixa de fósforos (3 fósforos), saco com 4 peras.
Fome: 35%
Sede: 45%
Frio: 0%

Prazos: Primeira rodada até 30/12. Segunda rodada até 04/01. Terceira rodada até 06/01.
Créditos à JVBR



So, Can I Show You My Sweet Home, Hell?

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Re: Terceira Fase — Combates! — Harvey [D12] vs. Elleanorah [D2] — PVP

Mensagem por Harvey S. Macht em Ter Dez 29, 2015 2:18 pm

P.s:

Itens usandos: 1 pêra e 1 gole de água do cantil
Habilidades usadas: Movimentos Rápidos
Perícia com arcos/bestas

O garoto abriu os olhos sentido cada fibra do seu corpo latejar dolorosamente. Sentou-se olhando a caverna com um olhar vazio, esperava que a morte de Lara fosse um pesadelo ou uma alucinação causada pela água do cantil mas não ela tinha morrido.
Pela primeira vez Harvey se sentiu verdadeiramente desesperado, queria chorar mas as lágrimas não corriam era como se o corpo não lhe permitisse desperdiçar o líquido precioso. Com um suspiro o ruivo alcançou a mochila e retirou uma pêra e o cantil de água, deu um gole e deixou a água hidratar a boca antes de engolir, em seguida comeu o fruto e guardou tudo de volta na mochila.
Inspirando profundamente o garoto colocou a mochila nas costas, pegou no arco e levantou do chão decido a cumprir a promessa que tinha feito a Lara, ou pelo menos, morrer tentando. Ao pensar nisso sorriu tristemente com ironia….morrer tentando.
Quando chegou na entrada da caverna sentiu um aperto no peito como iria encontrar comida no meio daquela desolação? Bem….como diria a sua mãe…alguma coisa se vai arranjar. Durante o dia inteiro o garoto caminhou procurando algum rastro de animais, mas a água tinha limpo tudo. Harvey guardou algumas pedras no bolso e atirava em troncos caídos ou vegetação onde pensou que tivessem animais escondidos , na esperança de os fazer sair.  Algum animal deve ter sobrevivido os capitalistas não iriam achar graça a uma morte lenta e agonizante que a fome provoca, eles querem sangue ….sempre querem especialmente dos inocentes.





O dia deu lugar à noite e o garoto mais uma vez iria dormir de mãos vazias. Sentou perto de uma árvore caída, olhando o céu escuro da noite quando escutou o som de algo sendo quebrado. Imediatamente se colocou de pé com o arco em riste e pronto a disparar.
Uma figura de formas femininas surgiu das sombras, era uma carreirista do distrito dois, a garota carregava um machado e o seu belo rosto contraído com ferocidade. Bem…no fundo eu sempre soube que teria uma morte violenta, pensou.
Uma voz robótica encheu o ambiente noturno avisando os tributos que teriam de combater, mas se fugissem algo bem pior iria acontecer.
-AH SIM?-o garoto gritou num tom desprezo-TIPO O QUÊ?
Nada era pior que aquela arena, que aqueles jogos malditos. O ruivo tremia de raiva, tinha atingindo o limite dos seus nervos. “ Se fugirem ….”, mas eles pensam que ele é o quê? Algum covarde? Se tivesse que morrer iria olhar a morte nos olhos, foi isso que lhe ensinaram.
A distância entre ele e a outra tributo ainda era um pouco grande e ele não podia desperdiçar flechas.  Então correu em ziguezague o mais rápido que conseguia, a noite era apenas um enorme borrão negro, quem sabe a garota teria dificuldade em vê-lo na escuridão. Parou a uma distância que lhe permitia uma boa mira, ergueu o arco e um som cortante se escutou na arena, a flecha voava em direção do tronco da sua adversária, uma tentativa de acabar logo com aquilo.
Em seguida o ruivo reitirou outra flecha e ergueu o arco pronto a atacar de novo.



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Re: Terceira Fase — Combates! — Harvey [D12] vs. Elleanorah [D2] — PVP

Mensagem por Mary Löwen Romanoff em Ter Dez 29, 2015 2:18 pm

O membro 'Harvey S. Macht' realizou a seguinte ação: Lançar dados

'D10' : 9




No matter how many deaths that I die, I will never forget. No matter how many lives that I live, I will never regret. There is a fire inside of this heart, and a riot about to explode into flames.
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Re: Terceira Fase — Combates! — Harvey [D12] vs. Elleanorah [D2] — PVP

Mensagem por Elleanorah L. Campbell em Qua Dez 30, 2015 10:37 pm

EDIT: EU ESQUECI DE COLOCAR O QUOTE, DESCULPA GENTE.

É hora da luta!


   Elleonorah
#1 post | Defesa-Ataque

Moon of my life. My Sun and stars ...

Eu me esquentei um pouco, mas naquela correria toda eu fui pega pela onda, foi como se meu corpo se congelasse, eu senti que ali eu iria morrer,que ali mesmo acabaria pra mim, os meus olhos pesaram e eu senti todo o meu corpo ficar dormente aos poucos, eu estava apagando devagar, mas não soltei o meu machado por nada, na verdade eu o segurei tão firme que talvez nós fôssemos congelados juntos. Eu poderia partir, mas o meu medo não iria se concretizar, eu não partiria sozinha. Só estarás fadada, sanguinária Elle ao chão da arena derramada, presa a tua própria amargura. Quase ouvi a voz da minha avó dizer.

Acordei ainda um pouco zonza, da forma que apaguei eu fiquei, meio aérea é claro. Me sentei o chão não estava coberto por tanta neve quanto antes, poderia ver a terra, a grama rala, é como se o frio tivesse ido embora de repente, mas o calor não veio. Eu tava viva, VIVA! Me levantei levando a  mão a cabeça, meus dentes ainda batiam a cada brisa que tocava o meu rosto pálido. Me machado estava lá, o cantil ainda estava com sua alça passada por meu corpo e eu o peguei, dois goles foi o necessário, balancei o mesmo, aprecia ter ainda o suficiente para uns seis.

— Eu preciso caçar. — Assoprei as minhas mãos em seguida, as esfreguei colocando no rosto. Fiz esse processo várias vezes, já estava claro e ficar entre as árvores não ia ajudar nada. Andei entre as árvores que estavam juntas até uma clareira onde a luz do sol batia, estava um clima até mais quente ali, eu suspirei aliviada me sentando na mesma aquilo foi como um paraíso para a minha pessoa. Me joguei onde a luz do sol batia com maior intensidade, estava longe de ser o que me supriria por inteiro, mas me ajudou a me esquentar. Tirei as botas e as meias, virei as botas de cabeça pra baixo e torci as meias que estavam um pouco molhadas.

Fiquei ali naquele lugar por horas, o sol conseguiu secar as meias e deixar as botas menos úmidas, mas principalmente, ele me deixou um pouco mais quente. Eu repetia algumas vezes o ritual de bocejar nas mãos para esquentá-las, esfregá-las também e levá-las ao rosto e aos pés que estavam tão brancos como os de um fantasma. Já deveria ser mais de metade do dia quando eu escutei um ronco, era a minha barriga! Apressei em calçar as botas e me levantar, precisava caçar algo, nunca precisei disso no distrito 2, mas se os 12 conseguiam eu também consigo.

Olhei entre as árvores, tudo silencioso, eis que ouço eu fic fic estranho, olhei para uma árvore média perto de mim e tinha um esquilo. Ele me olhou, eu o olhei. Ele me olhou, eu o olhei. Ele me o... tudo bem, vocês já me entenderam. Não movi um músculo, nem ele, estava esperando eu fazer algo, já apostava em um bestante da capital, eis que uma noz, parecia uma, caiu da árvore, ele me olhou, eu o olhei, ele me ... Ta, aquele olhar entre nós, então eu pulei sobre a noz e a criaturinha também. — Ta de brincadeira com a minha cara né? — Disse estapeando o bichinho pro lado.

Esfreguei a noz na roupa e ele pulou em mim de novo, tentou morder o meu braço e eu o sacudi com a força que eu tinha girando pra tirar aquela coisa que tinha grudado em mim. Dei alguns socos no bichinho e ele me mordeu. ELE ME MORDEU, QUE DISPARATE É ESSE?! Puxei-o com força e o atirei contra a árvore que ele estava antes, não foi uma mordida muito forte, nem mesmo estava latejando. O bichinho caiu lá e eu fiquei olhando por uns segundos, parecia machucado, me abaixei perto dele, fazia um barulho estranho de estar morrendo, olhei pra ele, cutuquei-o com a ponta da minha bota direita, vai que ele morde de novo, e nada. Fiquei olhando um pouco e respirei fundo, diferente dele que respirava com dificuldade, então eu simplesmente dei uma machadada no mesmo dividindo sua cabeça do corpo.

Jura que você achou que eu ia ter pena dele? Na floresta ou você come ou é comido. E foi o que eu fiz, comi o esquilo cru mesmo. Dividi ele em várias partes, tirei a pele dele com uma certa dificuldade, carne crua não era legal, era um pouco nojenta, mas eu estava com a poha de uma fome, então não dava mesmo para fazer nada de interessante. Não ia demorar muito para escurecer, logo faria frio de novo, então era bom tentar fazer uma fogueira. Escolhi uma árvore baixa e baixou em mim a moradora do D7, dei várias machadadas até que ela caiu, e passei a tentar dividir as partes mais finas para fazer galhos que queimassem fácil.

Separei algumas folhas que pareciam um pouco mais velhas e a madeira, faltava agora a forma de ter fogo né? — FU-DEU — Falei pra mim mesma apoiado o machado no chão. Olhei pros lados e vi um amontoado de pedras, só poderia ser aquilo, não tinha como ser outra coisa, então vamos lá né? Peguei algumas pedras que pareciam ter umas pontas legais, amontoei os galhos, folhas, madeira, tudo bem juntinho, até coloquei o dedo na boca e depois levei ao ar pra ter certeza de que direção o veto vinha, tudo lindo. Me ajoelhei ao lado do monte de coisa pra queimar e bati as pedras, não vou dizer que foi fácil, pois nunca é nessa arena, tentei muitas vezes, meus braços até doíam um pouco, eis que dera certo, caí do lado daquilo que tinha uma chama pequena, nossa como ser pobre cansava, quero minha casa de volta.

❀❀❀❀❀

O fogo me esquentou um tempo, mas logo eu tive que apagá-lo,a  fumaça mesmo que pouca chamava coisa pior que animais selvagens, chamava outros tributos, então quando a noite estava começando a cair mesmo eu apaguei aquela pouca luz, logo as coisas iriam esfriar, mas eu já me sentia um bocado melhor. Eu estava segurado o meu machado e de pé perto de uma árvore quando ouvi passos, me virei para ver a silhueta em meio a escuridão, apesar de ser noite a luz da lua batia em nós um pouco, dando para ver que pelo tamanho - possivelmente - só poderia ser o ruivinho estranho do D12. Desde a cornucópia eu não matava ninguém, isso estava precisando mudar, ouvi a voz de Charlotte, a idealizadora, dizendo que devíamos lutar ou fugir, mas se fugíssemos ia ser pior. — E quem disse que eu vou fugir? — Comentei em murmúrio com um sorriso no rosto.

Era hora de analisar antes de atacar, você foi preparada para isso, Elle, você tem a capacidade de vencer essa e escutar o terceiro tiro de canhão por sua culpa. Ele estava na minha frente com o arco em suas mãos, já na minha havia meu machado, era escuro demais para ele simplesmente tentar desperdiçar as flechas, eu sou ambidestra, então não adiantaria muito prever. O que isso significa? Bom ... Geralmente você vacila para o lado que você tem mais mobilidade, no meu caso é mobilidade dupla, obrigado papai. Meu machado estava na minha mão direita, quando eu o vi puxar o arco era a hora, teria poucos segundos, girei o corpo para direita me esconder atrás de uma árvore.

A melhor defesa é o ataque, não para nunca, pelo menos é o que meu pai dizia. Girei para o lado contrário que tinha vindo, no caso o esquerdo, saindo do outro lado de árvore. Arremessei o meu machado contra o peito dele, bem quando ele esticava seu arco para jogar outra flecha contra o meu peito e tentar me matar. Enquanto o machado - que era uma distração - voava em direção a ele, dei uma cambalhota no chão para me alinhar direito. Me ergui usando o impulso dos joelhos, o tempo que ele levaria para desviar do objeto seria o necessário para me dar a vantagem.

Me aproximei do rapaz ficando com os punhos cerrados. O primeiro soco veio da esquerda para a direita, ele tinha uma trajetória certa, quando vacilei o punho pra baixo e ele fez uma curva, de início não o acertando, com a mão fechada vindo de baixo - ainda a do soco - buscava acertar bem o seu queixo, aquilo geralmente deixava as pessoas desnorteadas. Dei um passo para trás apoiando o pé, se com sorte meu soco o acertasse, ele estaria meio zonzo, caso não era hora de garantir mais que estivesse.

Joguei meu corpo pro lado e apoiei as mãos no chão, meu pé acertaria seu rosto, pelo menos eu pretendia, eu era bem maior que ele, mesmo se vacilasse para trás eu tinha chances de acertar, era esperar pra ver. Estava um pouco elétrica, isso geralmente ajudava, estalei os dedos correndo na direção dele de novo, mas dessa vez passei direto até meu machado que estava um pouco atrás dele, possivelmente ele se virara, mas não importava. Segurei o machado com força e o arremessei, dessa vez querendo acertar bem em seu peito. Depois disso mantive a guarda alta, com certeza ele iria me atacar.

Informações:
Habilidades usadas: Reflexos Rápidos, Machados e Machadinhas, Ambidestria, Acrobacia & Combate Desarmado

Dados: 1 -Caça feat. Comida, 2 -Esquentar, 3 - Combate, 4- Fogueira
mama
   


Última edição por Elleanorah L. Campbell em Qua Dez 30, 2015 10:38 pm, editado 1 vez(es)
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Re: Terceira Fase — Combates! — Harvey [D12] vs. Elleanorah [D2] — PVP

Mensagem por Mary Löwen Romanoff em Qua Dez 30, 2015 10:37 pm

O membro 'Elleanorah L. Campbell' realizou a seguinte ação: Lançar dados

#1 'D10' : 9

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#2 'D10' : 10

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#3 'D10' : 8

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#4 'D10' : 1
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Re: Terceira Fase — Combates! — Harvey [D12] vs. Elleanorah [D2] — PVP

Mensagem por Elleanorah L. Campbell em Sab Jan 02, 2016 6:18 pm

Eu rodei só um dado pra combate e bom .. São dois.
Aquele primeiro lá É O DADO DE DEFESA
Vamos ao DADO DE ATAQUE
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Re: Terceira Fase — Combates! — Harvey [D12] vs. Elleanorah [D2] — PVP

Mensagem por Mary Löwen Romanoff em Sab Jan 02, 2016 6:18 pm

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Re: Terceira Fase — Combates! — Harvey [D12] vs. Elleanorah [D2] — PVP

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